11 abril 2006



Esses grafittis, se concentram dentro do Centro de Apoio. Feitos por grafiteiros da unidade e amigos de fora, também.
Esse local, na realidade é um laboratório de intervenção urbana,onde se estuda diariamente como alterar o meio em que vivemos, frequentamos.
Se pararmos para uma avaliação, vamos perceber, de fato, que tudo ao redor, tem alterações, de uma maneira ou outra,sendo assim, temos o poder, para pouco a pouco mexer nessa estrutura toda, deixando marcas coloridas, artísticas, elaboradas.


GRAFITTI EM AÇÃO!

A caixa de luz do Centro de Apoio, fica logo na entrada. Até semana passada estava destoando da unidade, porque não tinha a luz do grafitti. Bem, os meninos passaram por lá e com a categoria primordial , conseguiram dar o efeito ideal pra qualquer artista tirar o chapéu. Foi assim, como passe de mágica!
O projeto de intervenção urbana, tem dado vida ao local,tanto por conta das cores, como tem mudado mesmo, as pessoas.
(por Rosi Ribeiro)

Acontecem oficinas diversas no Centro de Apoio à Criança e Adolescente, entre elas, funciona um projeto Pintando o Sete,coordenado por Cleuza(que é arte educadora). Sua galerinha, realmente pinta o sete! Faz parte do projeto, oficinas de colagens, pinturas, mosaico, papier machê,papietagem,construção de peças com sucatas,arte em papel.............. Sempre estão inovando, vendo algo diferente.
Visitam parques, assistem filmes, e no dia 07( sexta feira passada), estiveram no Memorial da América Latina, com a finalidade de apreciarem a exposição "Carmen Miranda".
Prá eles, foi mais do que interessante, além de verem a exposição, ainda conheceram um local, que até então nunca tinham estado.
Várias foram as fotos , mostrando a euforia de verem tantas peças de arte, porém a publicação dessas já é uma mostragem do fantástico passeio cultural.
( por Rosi Ribeiro)
No período da tarde, do dia 06, quem abriu o evento foi Sérgio Mamberti.E aí estão: Carolina Ramos e Gabriel Bueno, ambos arte educadores do Centro de Apoio.
O Sesc da Vila Mariana, nos deu todo apoio, recebemos bolsa para participarmos do seminário.( eu, Carolina Ramos, Gabriel Bueno, através do Centro de Apoio e João Neves, do projeto Humanizar).
(por Rosi Ribeiro).

Eu,como não gosto de ser fotografada, fui logo fazendo a função de fotógrafa, é claro. Carolina Ramos, é arte educadora no Centro de Apoio e também participou do seminário.
(por Rosi Ribeiro)



SEMINÁRIO CULTURA VIVA NA TEIA
Dias 06 e 07 de Abril de 2006.
Abertura:com o Ministro da cultura, Gilberto Gil


09 abril 2006


A galera toda , com o prefeito Emidio e a Secretária Ana Paula Rossi.
Essa sala é utilizada para estudos de cultura afro.(sala Padre Batista).
(por Rosi Ribeiro).

VISITA IMPORTANTE


Infelizmente, só agora consegui a foto, mas o Centro de Apoio à Criança e Adolescente contou, no dia da inauguração do Centro de Inclusão Digital, com uma visita ilustre: o prefeito Emídio.
Foi bacana, porque ele pode ver as ações da unidade, bem de perto. Não é a primeira vez que ele faz a visita. Já esteve no local, no ano passado, trazido pela secretária de Assistência e Promoção Social(Ana Paula Rossi).Na ocasião eles fizeram uma turnê por todas unidades.
Dessa vez, o prefeito ficou um tempo bem maior e prometeu voltar nesse mês de abril pra almoçar com as crianças.A secretária também esteve .
Os adolescentes não perderam a oportunidade de fazer algumas solicitações e algumas crianças fizeram uma homenagem expôntanea e de última hora ( sem ensaio algum) da música dos Rebeldes( a euforia do momento).
(por Rosi Ribeiro).


TRANSFORMAÇÃO DO PISO


O piso debaixo da escada lá de casa é desses feitos com caco e todo vermelhinho( bem antigo) . Prá mudar um poco, apliquei tinta pra piso novacor na cor preto, depois fiz colagem de recortes de jornal, em alguns pontos , apliquei massa pra textura (liso), com espátula e por último, resina para impermeabilizar. Deu um efeito fantástico.


DEPÓSITO DE SUCATAS

Adoro andar por depósitos de sucatas, é algo que me encanta. Chego, dou uma olhada e de imediato, consigo detectar alguns objetos interessantes. Como esse extintor que é claro, faz parte da decoração da minha sala. Só como informação, minha casa é totalmente a arte que vem do lixo. ( por Rosi Ribeiro).

ACHADOS........

Essa foto, mostra um pedacinho do refeitório do Centro de Apoio. Era um espaço ocioso e deu pra ter 02 banquetas dessas de lanchonete,como apoio para um bate papo com o pessoal da cozinha, já que tem um buraco (como uma janela) .Ficou muito legal, porque as crianças podem observar o que acontece na cozinha e matar as saudades das meninas que preparam todo o rango. As banquetas eu ganhei de uma amiga que queria desfazer-se delas.Estavam com o assento rasgado. Dei um jeito rapidinho. Ano passado, revesti o assento com fuxicos coloridos. A meninada, não acostumados com a transformação, foi logo detonando...... Já nesse ano, bem mais acostumados e já conscientes,ao contrário do ano passado, estão cuidando do local. Dessa vez, orientei as funcionárias fazerem colagem de tecido. E o assento das banquetas virou um colorido de chita! Bastou o tecido e cola branca. Os pés, já no ano passado, havia pintado com aquacryl(uma tinta acrílica à base de água). Observem que a parede foi revestida de jornal, com detalhes também em chita. Algo bem simples, porém inovador. ( por Rosi Ribeiro)

EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Viver pensando e refletindo sobre o meio ambiente é algo que trago dentro de mim. E isso não se resume a eu saber o que está certo ou errado ou viver policiando somente as minhas atitudes. Tenho , dentro do possível, repassado o que sei às pessoas que não tem informações adequadas.
Vivi nas ruas por um bom tempo, aqui na cidade de Osasco e pude perceber o quanto as pessoas acabam não se dando conta do quanto degradam o meio ambiente. Isso é até inconscientemente! No corre-corre diário, nem percebemos que se quisermos, podemos fazer a diferença!
E é claro, que cada um fazendo a sua parte, acaba virando uma ação global e que funciona.
Das coisas mais simples, a gente consegue colaborar de maneira grandiosa.
Ontém, foi mais um dia que estive no mercado, aliás , já era bem noite. Fui num desses hiper mercados, com uma amiga e seus filhinhos, os quais são encantadores. Brinquei muito lá dentro com os pimpolhos todos, mas pude observar mesmo assim, a quantidade absurda de sacolas plásticas que foram sendo utilizadas por cada pessoa que passava pelos caixas. E olha, que caixas alí é algo de assustar.
Imagine, se , ao contrário, cada um de nós, ao irmos ao mercado , nos utilizássemos de sacolas de feira?
Sabe? aquela famosa sacola de nylon, que até hoje, é vendida nas feiras, por um preço bagatela?
Pois bem, estaríamos degradando bem menos o meio ambiente.Porque, cá entre nós, quem é que vai me dizer que essas sacolinhas não vão pras casas apenas com o intuito de virarem sacos de lixo?
Certa vez, já há bastante tempo,( mais de 10 anos) , visitei uma Usina de Lixo no interior de São Paulo. Eu vi uma cena, que jamais vou me esquecer: era bem de tarde, e num canto ,tinha um amontoado bem grande , que me disseram que era inaproveitável. Como parecia, de longe, esterco, eu quis saber porque? Alguém me pediu pra prestar bem atenção em alguns pontinhos, que brilhavam quando batia os raios de sol e acrescentou que aqueles pontinhos eram nózinhos de sacolinhas de plástico que não se desfaziam e não serviam pra nada, a não ser prejudicar a camada freática do solo.
De lá prá cá , penso duas vezes antes de fazer uso dessas sacolinhas que são tão aclamadas.
Virei colecionadora de sacolas de nylon.Tenho várias.Da mais simples à um pouco mais sofisticada.
Sou totalmente à favor do retornável.Vou com minha sacola ao mercado e sei que a terei de volta por várias vezes. Levo os cascos da coca cola de vidro, que além de pagar bem mais barato, tomarei meu líquido com um sabor incrível, por estar conservado no vidro.
E assim , consigo colaborar, mudando pequenas atitudes em gestos de louvor.
Criei , dentro do Centro de Apoio à Criança e Adolescente, onde trabalho, como dirigente, o projeto de Educação Ambiental, que funciona desde o ano passado.
As crianças aprendem como funciona a preservação do meio ambiente, começando por pequenas atitudes: a limpeza do local , por exemplo, é um exercício diário.
Esse ano, elas também estão botando as mãozinhas , literalmente, na terra,com capacitação através da Secretaria de Meio Ambiente. No parque Chico Mendes, elas fazem oficinas de horticultura, jardinagem,compostagem e lidam com o minhocário.
São pequenas atitudes, que fazem a formação de grandes cidadãos.


( por Rosi Ribeiro)

Tintas Orgânicas Vamos aprender como fazer tintas com o que temos em casa.  Excelente para deixar as crianças à vontade - no lamb...