25 setembro 2007

Meu deus! O que eles alegam? Como estão planejando fazer isso??? Ronaldo e Tathi, por favor, marquem um horário pra gente conversar. Ai, que tristeza...
Soninha Francine
Rosi Querida entendo muito a tua situação,luta TUDO que puderes para não deixar terminar. "Eles" acham que isto Artes e Cultura não inclui e nem faz parte da vida deles,pois trabalhar com a sensibilidade e o pensar o sentir destas pessoas incomodam pois MODIFICA e não acredito que ainda tem Autoridades com esta falta de sensibilidade e conhecimento do que acontece no mundo da Inclusão através da Arte e só assim quando se trabalha com o Ser Humano Total com todos os SEUS Sentidos(tato,visão,Audição OLHAR-mais alem,)Isto transforma,isto Inclui,quando eles se percebem que podem e são capazes e que tem uma historia.
Lutar sempre para um mundo melhor é nossa função de Educadora,facilitadora ou Cuidadora deste povo menos privilegiado Nesta nossa Sociedade CAPITALISTA PODRE.Mas eu continuo a ter esperança.
E aquele secretario que foi contigo lá no Arsenal nao pode fazer nada?
Vou falar com a Sonia para ver se da para ir conhecer.
Bjs
NÂo DESISTA

Berenice
Fabi:
Ai Rosi, que coisa mais triste... pq querem fazer isso com o CACA? Que povo sem noção, sem respeito, sem coração!O que podemos fazer para ajudar? Um abaixo assinado? Uma passeata? Fale com todos os alunos e suas mães tb... Estou meio loka de trabalho por aqui, mas conte comigo!BJOOO JOOO

23 setembro 2007

Depois de mais de 02 anos à frente do Centro de Apoio à Criança e Adolescente (Caca), me deparo com a noticia de que assistentes sociais da secretaria de assistência e promoção social da cidade de Osasco, querem e nem perguntaram opiniões dos que lá frequentam, o Fechamento do espaço.
Não consigo ao certo, dizer ou achar que deveria dizer algo que pudesse encaixar exatamente nos porquês todos que com certeza não surgem sómente na minha cabeça.
No entanto, não posso ficar parada diante de uma não proposta adequada. Tenho mais é que divulgar (já que os que puderam fazer isso não o fizeram), os projetos que acontecem nesse espaço que aqui nessas páginas sempre dei o título de espaço mágico!
Não se faz necessário relatar o que tem acontecido depois que assumi, com uma equipe de trabalho que só pensa em aumentar a capacidade e deixar o espaço cada vez melhor.
Está lá e para aqueles que não conseguem entender o quanto é mágico poder ter garra e trabalhar arduamente, machuca o fato de não terem a mesma garra.
Para aqueles que leêm, escrevem e patinam engasgando nas próprias meias palavras , fere a alma não poder dizer que fez ( ou fizeram). Então, é melhor acabar. E assim seguem,como se dissessem:
Senhoras e Senhores, Fechem os olhos, poque dói o não direito de ter o que não tive como fazer,
Fechem os olhos para não machucar a alma porque não sei como lidar com aqueles que por alma, por dom, vão lá e fazem.........
Fechem os olhos porque dói saber que é muito simples fazer, mas não consigo me mover.......
Fechem os olhos porque dói na alma ter estudado, lido e não conseguido me envolver o suficiente pra entender que a vida é Simplesmente Simples!!!!!!!!!!

Assim , fica mais fácil.........
Fechamos nós os olhos, para assim, de repente poder dizer que conseguimos aumentar um espaço que deveria diminuir se tívessemos condições de entender os humanos e então um espaço totalmente aberto, envolvido culturalmente continuaria aberto porque é assim, bem aberto e limpo que tudo deveria ser!!!!!!!!!!

Então, Fechamos os espaços abertos e recolhamos seres pelas ruas para podermos botar trancafiados num espaço que outrora aberto, borbulhava energia escorrendo alegria,estonteano aqueles que querem passar por entre portas e grades e com olhos piedosos, balbuciar palavras de meio conforto e confortarem a própria alma massageando com mentiras e de canto ainda dizerem que estão fazendo o bem àqueles desprovidos........

OHHHHHHHHHHH !!!!!!!!!!!!!! Mundo mundo vasto mundo.................
fechem tudo que faz bem à alma, porque os que não conseguem fazer parte disso tudo ,fecham as caras achando que estão por baixo!!!!!!!!!!!

E assim, os que não fazem, sentem-se aliviados,
Os que fazem, continuarão fazendo e cada vez melhor,porque a cada desculpa, a cada não, aumentam-se a gana por fazer muito mais................

Rosi Ribeiro.

09 setembro 2007

Nesse mês de setembro, toda unidade está sendo redecorada!
Muitas flores estão invadindo o espaço com a ajuda de todos os membros.
Teremos a escolha da Miss Primavera, que com certeza agitará toda a unidade.
Muitas são as oficinas voltadas aos projetos existentes e temos tido procura diariamente de pessoas interessadas no aprendizado como um todo.
Desde o mês passado estamos contando com o funcionamento do projeto Arte aos Pedaços,com oficinas de papietagem e pintura especial em madeira.

30 agosto 2007

Uauuuuuuuuuuuuuuuu!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Engenheiro medindo, medindo,...............
Será que a nossa tão sonhada esperança de mudanças no Caca vão acontecer????????????????

Reforma da quadra, implantação do projeto Debaixo da Lona, Nosso tão sonhado espaço cultural com o nome do Senador Eduardo Suplicy, o espaço voltado à culinária, para o agente jovem??????????????
Estamos cá na torcida!
Tomara que sim!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
O Caca merece crescimento, investimento, afinal, somos a Galera do Bem!!!!!!!!!!!!!
Um dos nossos projetos: Jogada, está funcionando muitíssimo bem!
As crianças amam!!!!!!!!
Quem coordena é a Mariza, que é formada em turismo e tem se empenhado muito pra que o projeto realmente funcione.
E aí estão algumas crianças desenvolvendo com ousadia o trabalho em equipe, com muito respeito e prazer.

No Centro de Apoio ainda acontecem outros projetos.
O dia a dia da galera é bem agitado.

21 agosto 2007

Carlos Matuck

É um dos precursores do graffiti na cidade de São Paulo. No final dos anos 70, com Alex Vallauri e Waldemar Zaidler, começou a carimbar imagens pela cidade quando só existiam palavras - poesias espalhadas pelos muros. Depois da Bienal de 85, nunca mais grafitou na rua, porém, a linguagem nunca deixou sua vida. Matuck é artista plástico, desenvolve uma série de trabalhos com estênceis em seu ateliê. Como os seus recortes, graffitis-portáteis, que são vendidos em lojas de design. Colecionador cuidadoso, guarda em pequenas caixas: selos, carimbos, lembranças de um passado. Apaixonado por histórias em quadrinhos, é obcecado pelo personagem TinTin; chegou até a traduzir as entrevistas que o quadrinista belga Hergé deu. Sente saudades de um muralismo que não fez na rua. Apesar de já ter realizado em outros espaços. Atualmente, está construindo o maior mural de sua vida: cerca de 320 metros quadrados para o SESC.
Maiá: Quando você começou a grafitar? Já conhecia o Alex Vallauri?
Matuck: Conheci o Vallauri no ateliê do Rubens Matuck, meu irmão mais velho. Não lembro exatamente a data: foi por volta de 75 / 76…Eu já vinha trabalhando com carimbos de borracha, marmorizações, recortes, usava bastante o estilete.

Maiá: Como surgiu o carimbo no seu trabalho?
Matuck: Acho que foi o contato com a gravura, porque são linguagens próximas. Fiz um curso de gravura em metal com o Sérgio Fingermann. E comecei a colecionar carimbos, com os quais brincava porque tinham uma certa agilidade em relação à gravura.

Maiá: Eram os carimbos da fábrica Dulcemira?
Matuck: Estes apareceram mais tarde. Os primeiros carimbos eram mais baratos; conseguia comprar. Eram carimbos escolares, infantis, de bichinhos. Tinha uma caixa enorme com 100 carimbos: coelho, balão, pipa…bem antiga, de quando era criança. Eu fazia um trabalho mais moderno, usando carimbos como recurso gráfico e plástico. Fazia estênceis rudimentares para carimbar. Com o Vallauri, conheci os carimbos da fábrica Dulcemira, na Rua Aurora, que eram usados em papéis de embrulho de padaria, mercado…Os carimbos de borracha são utilizados num processo de impressão em anilina muito rudimentar; como clichês. Muitas das figuras que o Vallauri e eu usávamos vieram da fábrica Dulcemira: as vedetes, o frango assado…

Maiá: Você já relacionava os carimbos com os estênceis?
Matuck:
Não. Eu relacionava o carimbo com a colagem. No meu caso, recortava e colava imagens carimbadas. Por isso, a colagem e o carimbo andavam juntos. Meu trabalho com a marmorização, por volta de 77, era mais um passo em direção ao estêncil. Percebi que dava para colocar um estêncil em cima da água preparada e marmorizar só aquela área como se faz na gravura.

Maiá: Como foi a parceria com o Vallauri?
Matuck:
Nossa primeira conversa foi sobre carimbos. Depois, conversamos sobre quadrinhos. Sou um apaixonado por quadrinhos.

Maiá: Em 1977, o Vallauri já pintava na rua?
Matuck:
Ele já fazia umas imagens na rua, enquanto, na Lapa, no ateliê que era na garagem da casa dele, fazia estamparia com xilogravura.

Maiá: Você reparava no que estava sendo feito nas ruas?
Matuck:
Na verdade, via as imagens do Alex. Comecei a prestar atenção quando ele falou de seu trabalho, embora já conhecesse as inscrições como o Cão Fila. E outras palavras escritas de uma maneira interessante, como, por exemplo: É difícil, Maria Clara quero a gema.

Maiá: Era palavras-poesia…
Matuck:
Tinha também a Hora H, do Tadeu Jungle. Eram palavras gráficas que se relacionavam com a poesia concreta.

Maiá: E o seu primeiro graffiti? Quando foi?
Matuck:
Foi em 1978. Não foi uma novidade, porque já fazia recorte com estilete em papel no ateliê. Nunca usei tesoura no meu trabalho. A novidade foi o uso do spray. Fui obrigado a perceber como usá-lo. Demorei a entender como fazer para não estragar o trabalho, não deixar o spray escorrer. Como o Vallauri tinha muita prática, aprendi muito com ele.

Maiá: Seus primeiros graffitis foram o Reizinho e o Tintin???
Matuck:
Sim. Os primeiros estênceis e carimbos que fiz têm uma relação direta com quadrinhos. E o Vallauri também fez a Panterinha do Jim das Selvas, do desenhista Alex Raymond.

Maiá: Como era sua relação com o Vallauri?
Matuck:
É difícil falar do Vallauri. Ele era uma figura maravilhosa. Lembro claramente o que nós vivenciamos juntos, as noites que passamos no ateliê, brincando com os carimbos, ou só conversando…Vallauri era uma figura de altíssimo astral, super engraçada. Eu era um moleque quando começamos a trabalhar juntos e ele já era um artista. O Vallauri abriu um espaço para trabalhar como parceiro e não como assistente. Logo, começamos a criar graffitis.

Maiá: Ou seja, eram parceiros?
Matuck:
É, fomos parceiros. Lembro das tardes que passamos juntos criando máscaras. Desenhar com outra pessoa é difícil e, mesmo assim, fizemos várias máscaras.

Maiá: Como era criar graffitis em grupo?
Matuck:
O Vallauri fazia uma daquelas vedetes dos anos 50…Às vezes, fazia uma mocinha sentada numa cadeira chaise longue (espreguiçadeira) que falava ao telefone. Aí, eu fazia um homem dando flores para ela, como se fosse um namorado, um pretendente. Ele fazia uma figura e eu outra.

Maiá: Eram à mão livre?
Matuck:
Eu fazia à mão livre. O Vallauri fazia meio misto: Aplicava as luvinhas, as botinhas, o telefone e completava o resto à mão livre, formando uma vedete falando ao telefone.

Maiá: Qual era o grande atributo do estêncil?
Matuck:
O trabalho com estêncil sempre é menos espontâneo porque já tem a imagem pronta. Por isso, era possível ser mais crítico em relação à cidade; pensar melhor na intervenção. A escolha do lugar era pensada de antemão, porque já tínhamos o tamanho da imagem, ou seja, sabíamos se funcionaria ou não num determinado local. Também levávamos em conta a direção do pedestre, do carro e a cor da parede. A imagem precisava estar inserida dentro do contexto da cidade. No fundo, foi isso que nos levou a fazer graffiti.

Maiá: Você só grffitou com o Vallauri e o Zaidler?
Matuck:
Sim. Fazer graffiti sozinho não tem muita graça. A não ser que você seja um obsessivo como o Vallauri, porque, para ele, não havia dia ou horário certo. Ele era o andarilho; a bota era quase uma metáfora dele mesmo. Sempre andava a pé ou de táxi com uma bolsa pendurada cheia de máscaras e spray. São famosas suas máscaras feitas com capa de disco antigo. A bota é a capa e a contra-capa de um velho vinil aberto e recortado que ele dobrava e colocava na bolsa. Ele gostava de pintar de dia, eu sempre pintei à noite.

Maiá: O Vallauri precisava carimbar a cidade mais do que vocês?
Matuck:
Muito mais. Eu não tinha essa vontade obsessiva de sair toda semana. Eu era carregado para a rua pelo Vallauri. Se deixasse, ele sairia todo dia. Conseqüentemente, o Zaidler e eu também nunca iríamos parar de grafitar. Para mim, grafitar toda hora, não era fácil.

Maiá: Como assim?
Matuck:
Eu também queria ficar no ateliê: pintar, desenhar, colar; ficava dividido com essa demanda. Além disso, o Zaidler e eu tínhamos um outro graffiti diferente daquele que fazíamos com o Vallauri.

Maiá: Qual era a diferença?
Matuck:
O nosso trabalho era inteiramente feito com máscara. Do ponto de vista formal, era mais rigoroso, pensado e menos espontâneo. Para o Vallauri, as máscaras eram apenas um veículo para fazer as maluquices dele. Por isso, eram mais descartáveis, menos elaboradas, mais rápidas e diretas. Além do que o graffiti do Vallauri tinha mais humor. O nosso tinha humor mas era diferente. Ele tinha uma paixão por Cuba, pela música cubana e pelas mulheres dos anos 50. Era tudo muito divertido.

Maiá: Havia alguma preocupação com o espaço público e as mensagens?
Matuck:
Nós tínhamos clareza de que não deveríamos escrever. Nossa praia era fazer intervenções urbanas. Fazíamos cenas, brincadeiras, sempre com humor. Houve também a influência da FAU (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo) e da parceria com o Zaidler, um velho amigo que conhecia desde criança. O Zaidler se formou na FAU. Acompanhei de perto o TGI (trabalho de conclusão de curso) dele, fizemos a parte de imagens juntos. Esse fato trouxe para o grupo uma preocupação com a cidade, no sentido da intervenção urbana. A leitura do espaço urbano tornou-se mais diferenciada, sofisticada. Questões como " Onde se aplica um graffiti? E onde não se aplica um graffiti?" , apareceram.

Maiá: Como foi a entrada do graffiti nas galerias?
Matuck:
Como o graffiti evoluiu e ficou na moda, já em 79 / 81, as galerias começaram a puxar-nos para dentro delas. Era complicado porque já éramos artistas plásticos e sabíamos que o graffiti não tinha nada a ver com isso. Em todas exposições, tentamos evitar o nome graffiti, não conseguimos.

Maiá: Como assim?
Matuck:
A primeira exposição que fizemos na Galeria São Paulo, em dezembro, de 1983 - eu, o Vallauri e o Zaidler - chamava-se Mural Graffiti porque, para nós, a exposição em galeria não era grafite, era mural. Como os curadores queriam colocar a palavra graffiti, então, ficou Mural Graffiti. O graffiti é uma intervenção apropriatória do espaço; é uma contravenção. Ou há uma especificidade na linguagem ou não há. Ou é graffiti ou não é.

Maiá: E a repressão?
Matuck:
Não sofremos. Mas tenho amigos que apanharam da polícia. Não há nenhum episódio com a polícia que tenha me marcado. Entretanto, estava sempre preparado para fugir…

Maiá: Como foi a evolução do graffiti? Tinha as máscaras simples do Vallauri…
Matuck:
A evolução foi muito rápida. Quando as máscaras apareceram, sofisticaram-se rapidamente. A partir daí, começamos a usar grampo para conseguir uma imagem com recortes, sem ponte. Surgiu quase naturalmente.

Maiá: E as diferenças de estilo?
Matuck:
Quando aconteceu a 18 º Bienal de 1985, as diferenças ficaram claras. O Vallauri fez A Rainha do Frango Assado, eu fiz Joaquim, Mário e Affonso, uma homenagem à três escritores negros do Brasil e o Zaidler fez A Cadeira. Na Bienal, foi possível ver como as imagens se encontraram e se distanciaram também. Nunca mais pintei na rua depois da Bienal.

Maiá: Por que você parou de grafitar?
Matuck:
Na rua, parei em 1985, mas nunca parei de grafitar. Continuei fazendo murais, painéis, telas, sempre usando o estêncil. Meu trabalho ficou muito complexo, cheio de detalhes, inviável de fazer na rua. Já fazia imagens visando um muralismo que não aconteceu. Apenas, em espaços institucionais, como o SESC.

Maiá: Você não tem mais vontade de grafitar na rua?
Matuck:
Não tenho… acho que a cidade mudou muito. Não me sinto mais atraído, não tenho mais vontade. Já tive muita vontade de fazer murais urbanos mas acho que não tem muita chance de acontecer em São Paulo.

Maiá: Como você vê o graffiti hoje?
Matuck:
Não sei dizer, porque não acompanho muito. Vi graffitis pontuais dos Gêmeos, do Beco Escola Aprendiz e do Mural da 23 de maio. Veio outra geração que tomou conta, e está bem na mão deles.

Maiá: Foi-se o seu tempo da rua?
Matuck:
Com certeza. Ainda hoje, utilizo tudo que aprendi na rua. Meu trabalho está relacionado com os graffitis que fiz naquela época, com os quadrinhos que li, os carimbos com que brinquei, as colagens e desenhos que fiz. Descubro sempre novas possibilidades com o estêncil.

Maiá: Você tem algum graffiti afetivo, uma máscara especial?
Matuck:
Tenho um Tintin bem antigo de que gosto muito. Virou um objeto, porque a máscara está tão pintada; é uma crosta de tinta… Guardei várias máscaras que são históricas. Por exemplo, o peão. Tenho todas as versões que fiz dele. O peão foi uma máscara que fiz mas nunca pintei…Na realidade, ela tinha a ver com o trabalho do Alex. Por isso, ele ficou com ela. O Alex sempre fazia em baixo da acrobata inspirado no Seurat.
Entrevista realizada pela jornalista Maiá Prado, dia 24 de julho de 2005.
Hudinilson Jr.
Waldemar Zaidler

E por falar em máscaras, que são oficinas que estão acontecendo no Caca, tanto no Projeto Intervenção Urbana, com o Fhero e aí existe é claro, a utilização dos sprays, quanto nas minhas oficinas, com o projeto Arte aos Pedaços, usando papel jornal, balões e cores mil, aí está uma super matéria sobre máscaras/stencil,com sprays, na forma do grafitti. Vale a pena conferir.



26 julho 2007

Festa Julina no Caca


Tudo de bom a nossa festa julina hoje(26 de julho/007),que teve um méga churrasco, com direito à muita música sertaneja e no final da tarde o Dj David deixou rolar músicas variadas para que todos pudessem dançar e farrear muito!

O João Francisco( meu marido) foi quem ficou na churrasqueira......as meninas (Cléo/Lú/Ana Alice/ Rita/Ivani) ficaram na cozinha. Soninha/Dinho/e o agente jovem Érik espetaram as carnes todas.......

E rolou muita empolgação e animação.

Teve arroz/ maionese/farofa/ e carne à vontade! Refrigerante também, é claro!

Também teve canjica!

A Carol puxou a quadrilha, que esteve formada por uma galera pra lá de animada!

O diretor do departamento de proteção social básica (Iradelmo), esteve presente, com Adelina e a chefe de gabinete Gilma Rossafa.

Mais tarde chegou o secretário Roberto Trapp, com o Marcos.

Ficaram conosco um tempão e a galera, no agito total!

Tivemos algumas visitas, como as meninas da D. Nenê, que estavam afastadas da unidade já há algum tempo. Aproveitaram o máximo!

No final do dia, a famosa fogueira!

Enfim, foi muito bom poder compartilhar com a galera momentos inesquecíveis.

Agradeço a colaboração de todos. Não posso deixar de citar que as técnicas da unidade estiveram participando o tempo todo.

Até meu filho Lucas,que está de férias, aqui em Osasco, participou entusiasmado. Dançou na quadrilha, com a Grazi(Agente jovem).

10 junho 2007

Canta Patativa, no teatro municipal de Osasco.













Com a Cia Gotas Líricas, do Centro de Apoio à Criança e Adolescente (CACA), aconteceu a narração da história de vida e morte do maior cordelista do país, o Patativa do Assaré.
09 crianças,usando de graciosidade e muito conhecimento,brincam e encantam a platéia,deixando claro que sabem do que estão falando.
Esteve presente o secretário da secretaria de assistência e promoção social, Roberto Trapp, que inclusive discursou para a platéia,além de ter visitado minutos antes, no camarim, toda a compania, para desejar boa sorte.
Junto do secretário, compareceu também sua equipe de trabalho, entre eles, Iradelmo, o diretor do departamento de proteção básica, responsável por essa unidade,dentro da secretaria.

Nos dias 06/07/08/09 e 10 de junho, o mesmo espetáculo se apresentou na cidade de Sumaré, no IV Festival de Teatro/Peças Curtas.
O transporte da galera ficou por conta de um dos nossos parceiros: Sherwin Williams do Brasil,através do diretor de responsabilidade Social, Sr. Laerte, da Divisão Sumaré.
Alimentação e estadia, quem bancou foi a prefeitura de Sumaré.
A Cia recebeu camisetas com o seu logo( criação de Fhero).
23 cidades participaram desse festival. Da cidade de Osasco, participou Cia Gotas Líricas e também um outro grupo: Arroz com Feijão.
Estamos no aguardo da premiação.
O retorno está previsto para as 20:00 hrs no Caca, onde serão recebidos com todas as honras.

13 maio 2007


Nesse domingo especial ( do dia das mães), quero registrar um momento especial, (em familia),à pessoa de Carolina Ramos, que é mãe, mesmo sem nunca ter sido,de uma criaturinha toda especial que veio ao mundo para ter o prazer de tê-la como mãe realmente e também, em outros momentos, em que consegue ser mãe de uma galera toda ao mesmo tempo; ainda outras situações em que consegue defender, como mãe, a equipe do barulho e ainda em outras circunstâncias, consegue através de um telefonema, ser filha de alguém completamente diferente de sí.
À todas as mães do Centro de Apoio ( CACA) e outras tantas mães por esse mundo afora, Parabéns.
Que consigamos vencer inúmeras barreiras, sempre!
Que possamos sempre curtir essa delicia de ser mãe!

Tintas Orgânicas Vamos aprender como fazer tintas com o que temos em casa.  Excelente para deixar as crianças à vontade - no lamb...