
Com esse calor nada melhor que ajeitar modos e maneiras diferentes de poder se deliciar com sorvetes, picolés....
Bora lá minha gente.... Usando a criatividade!
Uhhhuuuuuulllllllllllll
Bom diaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

Como disse no post anterior, fiquei horrorizada com o quilo da pitaia no Mercadão. A amarela, R$ 120,00 o quilo: a vermelha, R$ 90,00 e a de polpa branca, como esta, R$ 70,00. Aí fui ao Ceagesp e paguei R$ 5,00 por 2 unidades. Cada uma tinha cerca de 350 gramas, o que daria mais ou menos R$ 7,00 o quilo. Vale lembrar que aproximadamente 130 gramas correspondem à casca e 220 gramas, a polpa. Se, provavelmente, o provedor de pitaias das bancas do mercadão é o mesmo do feirante do Ceagesp, o que justifica tamanho disparate? A fruta é boa e linda de morrer, mas não é lá nenhuma uvaia, uma graviola, um cajamanga. Ah, isto não é. Então, pagar até 5 reais por um fruto de 350 gramas, tudo bem, é preço justo. Mas gastar R$ 30,00 já ultrapassa os limites do bom-senso (assim como rechear um pãozinho com tudo aquilo de mortadela). Uma pena, porque eu amo aquele mercado.

Um pouco sobre a pitaia
Recebem o nome de pitaia ou pitaya os frutos comestíveis de várias espécies de cactos, entre eles o Hylocereus polyhizus, Hylocereus undatus, Stenocereus gummosus, Stenocereus thurberi, Pachycereus pringlei, Pachycereus pecten entre outros. Nativos da América tropical, os cactos que produzem a pitaya crescem livres, às vezes espinhentos e selvagens nas regiões mais áridas e quentes dos Estados Unidos, México, Nicarágua, Colômbia e outros países da América central e do sul.
No México, o fruto é encontrado em toda a faixa costeira do Pacífico e parece uma caixinha de surpresa, afinal ninguém pode supor que uma fruta tão rústica por fora, de casca forte e grossa, embora flexível, possa estar protegendo uma polpa tão delicada, leve e refrescante. As sementes pequenas, pretas e crocantes pincelam decorativamente toda a polpa. É muito doce e levemente perfumada, mas faz falta talvez uma pitada de acidez, que, afinal, pode ser corrigida com gotinhas de limão.
Vêm da Côlombia a maioria dos tipos de pitaya encontrados no mercado atualmente (branca, amarela ou vermelha), mas elas também produzem bem no Brasil. Eu mesma já plantei uma destas centenas de sementinhas e logo nasceu um cactozinho. Levei há alguns anos para o sítio e lá já produziu alguns frutos, do amarelo, sempre devidamente comidos por passarinhos antes da minha chegada. A flor é a coisa mais deslumbrante, daquelas, como tantas outras de cactos, que só abrem à noite, para morrer na manhã seguinte. Eliana viu a pitaia e disse que é bem parecida com o fruto de mandacaru, também um cacto, lá do sertão e que é docinha, mas ninguém come. Preferem dar aos passarinhos.
Nos países onde as pitayas são abundantes elas são usadas em pratos doces e salgados. A polpa fresca, em compota ou congelada, pode ser usada em sorvetes, recheios, sucos, musses, gelatinas e coquetéis de frutas. Em fatias ou bolinhas ficam lindas em saladas verdes. Ou de frutas.
Aproveitei a raspinha macia com cor de guaraná-jesus da parte interna da casca para dar colorido ao sorbet, que fui fazendo à minha moda. Esta polpa colorida também tem viscosidade cactácea suficiente para servir de espessante e deixar cremoso o gelado.

É só partir os frutos ao meio, tirar a polpa branca com uma colher grande ou fazer bolinhas com boleador e depois raspar a polpa mais molinha e colorida da casca. O ideal é nunca bater a polpa no liquidificador mas simplesmente passar por peneira. Por dois motivos: primeiro porque as sementinhas são decorativas e não devem ser destruídas e outro, porque elas têm forte efeito laxante. Melhor é mastigar apenas uma ou outra e deixar as outras passarem direto e reto. O sorbet ficou delicado, bem gostoso. Segundo a Eliana, dá pra comer.

Sorbet de pitaia
Rende: 4 porções
Materiais: balões – tesoura – barbante – linha de nylon para pendurar – 120 ml de cola branca – 1/2 xícara de amido de milho – 1/4 xícara de água quente – vaselina – tinta spray – recipiente e colher para misturarHoje, a tarde , tinha um compromisso na cidade de São Paulo e passei pela Praça da Sé. Jovens cantavam e dançavam,falando de Jesus, bem em frente a catedral e parei pra observar. Uma jovem veio até mim e explicou sobre o trabalho de Missão que fazem pra recuperar os jovens..pra tirá-los das ruas, das drogas ... ela dizia...somos um grupo de jovens que vivemos para Deus. Deixamos tudo de lado...tudo pra trás, para nos dedicarmos ao Pai. Falava com os olhos brilhando . Moramos num local, onde vivemos pela graça e misericórdia e de fato, me emocionei em saber e ver que ainda tem jeito. Tantos jovens dispostos a se doar para a obra ,fazendo a diferença.Transformando vidas. Não importa a religião..e sim, convém destacar a ação com disposição pra de fato, acrescentar, fazer a diferença demonstrando amor, fé, pra que sejamos tratados em igualdade,como irmãos, filhos do mesmo Pai. Missão Thalita Kum |
“Thalita Kum” é uma expressão de origem hebraica que significa “Jovem, levanta-te”. Inspirada nela a Aliança de Misericórdia, no ano de 2000, realizou a 1ª Missão Thalita Kum, que viria a tornar-se um evento permanente do Movimento.
O evento é composto de formação para os participantes e de muita evangelização. Acontece em São Paulo uma vez ao ano, durante o mês de dezembro, no qual o espírito consumista é incutido nas pessoas e o verdadeiro sentido do Natal acaba se perdendo. Contudo, a experiência de evangelizar em meio a praças e ruas dos grandes centros urbanos, tem levado os membros da Aliança a realizarem, em suas cidades, versões desta missão em outras ocasiões do ano.
Os jovens, com muita alegria, procuram anunciar o nascimento de Jesus e levar um
Em 2007, a Missão deixou de ser um evento somente da Aliança de Misericórdia e tornou-se um evento da Arquidiocese de São Paulo, incrementando seu calendário geral, sendo articulada junto ao Setor da Juventude (SEJUSP) e abrindo espaço para a participação de outros movimentos e comunidades.
Para maiores informações entre em contato com a equipe de eventos através do e-mail eventos@misericordia.com.br ou pelo telefone (11) 3943-3725.
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