02 novembro 2012

Ciclo da Vida...

Hoje comemorou-se o Dia de Finados...o Dia dos Mortos e muitos foram até os cemitérios olhar, rezar, cuidar.trocar as flores, chorar...
tentar matar um pouquinho da saudade que faz doer a cada dia.
Uns perderam os filhos, outros um parente,amigos que perderam amigos, pais, sobrinhos, tios e enfim...assim seguirá sempre.
O importante é saber que faz parte do ciclo da vida e que todos temos o direito de ganharmos a vida eterna, se tivermos o Senhor como nosso Salvador.
Mais um dia que está terminando...tudo voltará ao normal ,a vida vai seguir e teremos perdas ...
mas temos Deus que é o Nosso Pai e que zela por nós.
Amém.


01 novembro 2012


Hoje é Sexta feira e é dia , portanto, de falarmos de cultura, Arte   e faz parte da cultura lembrarmos de Carlos Drummond  de Andrade  , o poeta de sete faces.



Carlos Drummond de Andrade

(...) Pois de tudo fica um pouco.
Fica um pouco de teu queixo
no queixo de tua filha.
De teu áspero silêncio
um pouco ficou, um pouco
nos muros zangados,
nas folhas, mudas, que sobem.
Ficou um pouco de tudo
no pires de porcelana,
dragão partido, flor branca,
ficou um pouco
de ruga na vossa testa,
retrato.
(...) E de tudo fica um pouco.
Oh abre os vidros de loção
e abafa
o insuportável mau cheiro da memória.
(Resíduo)

Carlos Drummond de Andrade
 nasceu em Itabira do Mato Dentro - MG, em 31 de outubro de 1902. De uma família de fazendeiros em decadência, estudou na cidade de Belo Horizonte e com os jesuítas no Colégio Anchieta de Nova Friburgo RJ, de onde foi expulso por "insubordinação mental". De novo em Belo Horizonte, começou a carreira de escritor como colaborador do Diário de Minas, que aglutinava os adeptos locais do incipiente movimento modernista mineiro.

Ante a insistência familiar para que obtivesse um diploma, formou-se em farmácia na cidade de Ouro Preto em 1925. Fundou com outros escritores A Revista, que, apesar da vida breve, foi importante veículo de afirmação do modernismo em Minas. Ingressou no serviço público e, em 1934, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde foi chefe de gabinete de Gustavo Capanema, ministro da Educação, até 1945. Passou depois a trabalhar no Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e se aposentou em 1962. Desde 1954 colaborou como cronista no Correio da Manhã e, a partir do início de 1969, noJornal do Brasil.

O modernismo não chega a ser dominante nem mesmo nos primeiros livros de Drummond, Alguma poesia (1930) e Brejo das almas (1934), em que o poema-piada e a descontração sintática pareceriam revelar o contrário. A dominante é a individualidade do autor, poeta da ordem e da consolidação, ainda que sempre, e fecundamente, contraditórias. Torturado pelo passado, assombrado com o futuro, ele se detém num presente dilacerado por este e por aquele, testemunha lúcida de si mesmo e do transcurso dos homens, de um ponto de vista melancólico e cético. Mas, enquanto ironiza os costumes e a sociedade, asperamente satírico em seu amargor e desencanto, entrega-se com empenho e requinte construtivo à comunicação estética desse modo de ser e estar.

Vem daí o rigor, que beira a obsessão. O poeta trabalha sobretudo com o tempo, em sua cintilação cotidiana e subjetiva, no que destila do corrosivo. Em Sentimento do mundo (1940), em José (1942) e sobretudo em A rosa do povo(1945), Drummond lançou-se ao encontro da história contemporânea e da experiência coletiva, participando, solidarizando-se social e politicamente, descobrindo na luta a explicitação de sua mais íntima apreensão para com a vida como um todo. A surpreendente sucessão de obras-primas, nesses livros, indica a plena maturidade do poeta, mantida sempre.

Várias obras do poeta foram traduzidas para o espanhol, inglês, francês, italiano, alemão, sueco, tcheco e outras línguas. Drummond foi seguramente, por muitas décadas, o poeta mais influente da literatura brasileira em seu tempo, tendo também publicado diversos livros em prosa.

Em mão contrária traduziu os seguintes autores estrangeiros: Balzac (Les Paysans, 1845; Os camponeses), Choderlos de Laclos (Les Liaisons dangereuses, 1782; As relações perigosas), Marcel Proust (La Fugitive, 1925; A fugitiva), García Lorca (Doña Rosita, la soltera o el lenguaje de las flores, 1935; Dona Rosita, a solteira), François Mauriac (Thérèse Desqueyroux, 1927; Uma gota de veneno) e Molière (Les Fourberies de Scapin, 1677; Artimanhas de Scapino).

Alvo de admiração irrestrita, tanto pela obra quanto pelo seu comportamento como escritor, Carlos Drummond de Andrade morreu no Rio de Janeiro RJ, no dia 17 de agosto de 1987, poucos dias após a morte de sua filha única, a cronista Maria Julieta Drummond de Andrade.




31 outubro 2012

Hoje é Quinta feira e toda quinta teremos assuntos voltados ao tema Bem estar.
Achei essa matéria e decidi compartilhar.Que nos sirva de apoio ... que possamos refletir.
Tenham uma linda Quinta feira.




Soninha Francine – jornalista, apresentadora de TV

A filha de Soninha, Julia, sofreu de leucemia em 2004, então com 7 anos. Com a ajuda da mãe e familiares, a menina superou os problemas e dificuldades e hoje está curada. 
Dizer, rir, confiar
O que aprendi quando a Julia teve leucemia
Era sexta-feira.
O telefone tocou mais cedo do que de costume. Era o homeopata da família, muito preocupado. No começo da semana, havíamos levado a Julia, nossa filha de 7 anos, para uma consulta. Ela tinha vários hematomas na perna, nos braços e no tronco que pareciam não sarar nunca. Para alguns, havia explicação convincente: "Tropecei e caí; levei um chute no jogo; bati na quina da mesa". Para outros, não: "Uma menina esbarrou em mim". A menos que fosse um tranco violento, não deixaria uma mancha roxa como aquela.
Marquei o médico pensando que, entre várias outras coisas, podia ser leucemia. Eu já havia feito várias reportagens e entrevistas sobre o assunto, participado de campanhas em benefício de instituições que tratam câncer infantil, escrito textos para a internet convidando as pessoas a se cadastrarem como doadoras de medula. Em algum desses momentos, soube que manchas roxas persistentes podem ser um indicativo da doença.
Comentei a suspeita com uma amiga, que me deu uma bronca: "Vira essa boca pra lá!". "Mas pode ser, oras. E se for? Ninguém quer ouvir essa notícia mas tem gente que ouve, né?".
O homeopata pediu um hemograma (exame de sangue) para – como todos gostaríamos – afastar a suspeita. Mas naquela manhã, ao telefone, nos avisou que haviam ligado para ele do laboratório, preocupados com o resultado. "Vão o quanto antes para o Pronto Socorro do HC e peçam para fazer um novo exame".
Tiramos a Julia da cama apreensivos. Passamos o dia no Pronto Socorro, entre longas esperas e novos exames. No começo da noite, uma médica apalpava ela com cuidado, com medo de feri-la. Pouco depois, nos chamou – eu e o pai dela – a uma sala fechada e proferiu, com o maior cuidado, a palavra "leucemia".
E eu pensei que estava preparada.
Eu teria inventado, ali, a expressão "o chão se abriu sob os meus pés", se ela já não existisse. A Julia ficaria internada, recebendo medicação e transfusões. Ainda não era possível saber exatamente o tipo de leucemia (eu nem sabia que há vários tipos), mas já se podia prever uma longa internação. "Ela tem irmãos?". Talvez ela precisasse de um transplante de medula. "Só meias-irmãs". Se ajudasse, eu teria outro filho!
Os médicos recomendaram que fôssemos para casa enquanto ela dormia, se recuperando de um exame horrorosamente dolorido, para o qual tomou sonífero. Saímos atordoados. O celular do pai tocou; um amigo convidava para uma pizza. "Não vai dar, a Júlia ta com uma doencinha chata...". "Fala o que é!". Descobri, para começar, que a palavra "leucemia" não podia ser proibida. Era só uma doença, como tantas outras cujos nomes são ditos sem pudor, sem vergonha. Enquanto arrumávamos a mala em casa, minha filha mais velha soube o que estava acontecendo e foi para o hospital. Chorou pra burro no ponto de ônibus; chegou ao HC já recomposta. Quando voltamos para lá, encontramos as duas irmãs no quarto – rindo. Rindo muito. A mais velha brincava com os furos todos pelo corpo, resultado dos muitos exames, e dizia que a sopa ia vazar por eles. A mais nova se deixou levar pela palhaçada.
Segunda lição: rir não cura, mas ajuda.
Na manhã seguinte, acordei sem energia para nada, a não ser para chorar. Minha cara no espelho era assustadora – e decidi que minha filha não podia me ver daquele jeito, e não veria. Lembrei do quanto sempre me orgulhei de ser durona com dor; a dor era dela e não minha, o que era muito pior. Mas eu precisava estar forte. E resolvi que não ia mais chorar. Não ia querer chorar. E melhorei imediatamente.
Por sorte, a Julia pôde passar o domingo em casa, antes de ser internada em definitivo. Chamamos a família toda para almoçar e ela fez um cartaz para colocar na porta: "Atenção, lavem as mãos. E nada de beijos – viu, tia Tânia?", com um desenho divertido. Assim, não precisávamos fingir que nada estava acontecendo, nem fazer recomendações sussurradas, furtivas. Temos uma criança doente, sim; é preciso tomar cuidado com ela. Mas o almoço foi gostoso, apesar da tristeza escondida.
No dia seguinte, ela entrou no ITACI. As crianças internadas falavam abertamente sobre enjoo, ficar careca, fazer exames. Arrastavam os suportes com soro como se fossem cachorrinhos, com nome e tudo. Logo eu e a Julia passamos a fazer parte daquela turma, unidos naquele desafio. As mães explicavam a rotina e as regras; as enfermeiras e médicos também faziam questão que eu entendesse tudo. Saber o que vai acontecer , como e por quê é muito bom.
Enquanto eu estava lá, o mais importante para mim era a confiança – que é diferente de esperança. Confiança é a certeza de que tudo está sendo como tem de ser, dali em diante – não adianta querer mudar o passado e amaldiçoar o presente. É a certeza de que todos estão fazendo a sua parte da melhor maneira possível – inclusive você. E a minha parte era também dar confiança a Julia, de que ela seria forte para suportar aquilo tudo.
Hoje ela está curada. Ainda passa pelo hospital a cada seis meses; faz parte da nossa vida, sem problema nenhum. Tem uma enorme cicatriz no peito, e não se importa nem um pouco com ela.

16 outubro 2012

Óleo de Argan : Gotas preciosas para os cabelos femininos

[eu estou vendendo por $70,00 cada frasco e tenho pronta entrega]


Foi descoberto o segredo do cabelo sempre lindo e impecável das celebridades: o Óleo de Argan!
Também conhecido como Óleo Marroquino ou Líquido de Ouro ou ainda Marrocan Oil, o Óleo de Argan é o produto do momento – a referência quando o assunto é hidratação e cuidado com os cabelos, inclusive aqueles mais judiados por químicas, alisamentos e calor excessivo. Sabe tudo aquilo que parecia sem solução? O Óleo de Argan chegou para resolver. Na primeira utilização, o resultado aparece mesmo. É o milagre líquido…
Ele acaba com a opacidade e com o frizz, funciona também como protetor solar pro cabelo, além de acumular função antioxidante e ser riquíssimo em vitamina A. Ele pode ser utilizado em todo o tipo de cabelo, inclusive nos oleosos.
Extraído da semente de um frutinho típico do Marrocos (que mais lembra uma castanha), o óleo traz maciez e brilho para os cabelos. Ao contrário do que a palavra “óleo” pode sugerir, os fios não ficam gordurosos. O cabelo absorve rapidamente a substância (por isso os resultados aparecem logo na primeira aplicação).
Conheça mais vantagens do Óleo de Argan:
  • Fecha a cutícula do fio já na primeira passada.
  • Pode ser usado como finalizador, ajudando a prevenir pontas duplas.
  • Elimina o arrepiado (o famoso frizz), diminui o volume e recupera o balanço natural do cabelo.
  • Revitaliza o cabelo com luzes, reflexos e/ou com fortes processos químicos.
  • É um hidratante natural, por isso é melhor absorvido pelos cabelos.
  • Dá força para a fibra capilar, então é ideal para cabelos muito finos ou quebradiços.
  • Rico também em vitamina A e ácidos graxos.
  • Acelera o processo de fazer escova no cabelo pois, quando aplicado antes, diminui o tempo de secagem do cabelo.
  • Combate os efeitos da umidade e repele a água – o que significa cabelo bonito, sem frizz, até em dias de chuva.
  • A hidratação dura cerca de 20 lavagens!
Você pode pedir pro seu cabeleireiro usar o óleo de Argan em algum tratamento, mas você também pode utilizá-lo em casa. Não tem segredo, é só seguir algumas orientações:
Faça um tratamento noturno: antes de dormir, espalhe algumas gotas do óleo de Argan no comprimento dos cabelos e nas pontas (nunca coloque no couro cabeludo). Se o seu cabelo foi oleoso, enxágue pela manhã.
Use antes da escova: use algumas gotas no comprimento dos cabelos e nas pontas (evite o couro cabeludo) e escove normalmente.
Use depois da escova: se optar por usar depois da escova, como finalizador, aplique algumas gotas apenas nas pontas.
Hidratação com Óleo de Argan: com o cabelo lavado, ainda úmido, aplique algumas gotas no comprimento e nas pontas e deixe por 10 minutos. Enxágue. Aplique um leave-in e reparador de pontas da mesma linha e finalize.

09 outubro 2012

Sabores Diversos....

No Tulha Ateliê.... estamos com vasinhos de plantio de ervas e temperos...
também oficinas ensinando fazer o plantio, à partir da semana que vem ( dia 15 de outubro)
Estamos aguardando vocês....










09 setembro 2012

Uma Nova Opção.....













Momentos se fazem importantes e devemos guardá-los.
Precisamos estar juntos e fazermos sim, a diferença..
Conto com família,  amigos, conhecidos e parentes...
Precisamos querer renovação...precisamos querer mudanças..precisamos não ter medos e optarmos por uma nova equipe...e valerá a pena.
Tenhamos fé.

02 setembro 2012

....  Devemos servir, sempre....

Devemos servir a todos.... Isso é Missão. Ao longo dos meus 50 anos tenho me dedicado a servir. Gosto.Na realidade, Amo. Como adolescente eu já tinha isso comigo e ajudava amigos na escola. Aos 18 anos, fui trabalhar como assessora da primeira dama da minha cidade , na Promoção Social e criei projetos voltados ao atendimento dos que estavam sem renda. Um dos projetos foi aprenderem fazer acolchoados ( os famosos edredons hoje). Falei com minha mãe e ela passou todas as dicas. Na cidade tinha fazendeiros que plantavam algodão e então tivemos doação de muito algodão. A primeira dama conseguiu uma verba através da primeira dama estadual, na época Sra Silvia Maluf e então pude colocar a ideia em prática. O acabamento era com agulha bem grossa e barbante. Ficavam lindos e todas as famílias recebiam esses acolchoados, eliminado o duro frio .
Depois, fui para o Cartório.Comecei como atendente e me tornei a escrivã autorizada e lá também pude ajudar muitas pessoas. Em 1987 passei num concurso estadual e fui trabalhar no ERSA 20,Escritório Regional de Saúde. parte burocrática. Era Assistente Administrativa , mas fui logo sendo eleita Diretora Regional do SIND SAÚDE e sabendo de uma portaria criada pelo então Sr Franco Montouro, fui em busca de conseguir montar um CCI ( Centro de Convivência Infantil). Estive pessoalmente com o governador  Luiz Antonio Fleury e consegui. Foi sucesso absoluto. Demos o nome de CCI Turminha 20,por conta de estarmos na região 20 ( os ERSAS eram subdivididos por regiões e tinha numero). Lutei muito por melhorias na saúde dessa região. Eram 13 municípios e me decepcionei com a doença grave da saúde, principalmente em relação aos funcionários,com atendimento totalmente deficitário. Me auto exonerei com uma carta feita de caneta bic azul, ao então governador Mário Covas.
Meu marido foi transferido pra São Paulo e depois de quase 02 anos, viemos pra cá também eu e meus filhos,que na época tinham 08 e 06 anos.
Em São paulo,fui prestar serviços pra um vereador ( Zenas Pires). Continuei minha luta. Comecei dar aulas de artesanato na TV , no programa Ana maria Braga, que estava na Record e em 99 criei junto de um sócio a Editora Verde Violeta, para um projeto de uma revista : Arte em Reciclar" e não demos conta de mantê-la no mercado. Tivemos que parar .Não entendíamos do mundo editorial. Nesse mesmo período, meu marido perdeu o emprego. A empresa que ele trabalhava, faliu. Tivemos que sair de São Paulo e escolhemos Osasco para morarmos. Tínhamos amigos aqui. Nossos filhos,já com 14 e 12 anos, foram pro interior, na casa dos meus pais e sem emprego, fomos pra catança. Catamos lixo durante 02 anos na cidade de Osasco. Conhecemos bem a cidade. 
Montamos um Atelie ( o Tulha) e em 2003, prestei serviços pra secretaria de Assistência e Promoção Social, ensinando famílias que faziam parte dos programas: Renda Mínima e  Renda Cidadã a viverem de modo sustentável.
Em 2005 estive à frente de uma das Unidades da mesma secretaria, o CACA ( Centro de Apoio à Criança e Adolescente) e lá criei e desenvolvi 08 projetos, entre eles, contação de história( Uma boa história pra Contar), e Intervenção Urbana, em parceria com a Sherwin Williams do Brasil,através das tintas em spray Colorgin , que atendeu mais de 300 adolescentes. Fiquei até final de 2007.
Em 2008, consegui um espaço e montei o Bolsão de Cultura, com atividades sócio culturais, atendendo mais de mil crianças, adolescentes e jovens .
No final de 2008, participei da eleição do Conselho Tutelar ,conseguindo me eleger. Assumi em Janeiro de 2009 ,com término em Dezembro de 2011. Um mandato com muitas atividades ,carregado de denuncias feitas por mim,para que conseguisse de fato, a garantia de direitos .
Esse ano, estou candidata a vereadora na cidade.
Surgiu então, esse vídeo elaborado por meu filho Lucas, que está no último ano de Análise de Sistemas, na cidade de Assis . Minha filha Juliana, é bacharel em Direito e funcionária concursada da UNESP/Assis.
 Muitas crianças e adolescentes passaram por mim , cada um com sua história. Moraram comigo, Andreza Santos ( por tres anos) e Jheniffer Ferreira, por 02 anos.
Fiz trabalhos sociais, na área de habitação, junto à empresa Humanizar, nas cidades de Atibaia, Poá, Ferraz de Vasconcelos,Taboão da Serra. Estou cursando Serviço Social.
Sou apaixonada pela vida. Quero prosseguir ajudando,ensinando e aprendendo. 

19 agosto 2012

Fazendo Acontecer....
Precisamos fazer acontecer independentemente onde quer que estejamos e o que quer que sejamos.
Fico pensando nas pessoas que aparecem em época de eleição falando de tudo que quer fazer, que vai fazer. E então, devemos perceber o seguinte: o que foi feito no tempo em que não estavam candidatos? o que fizeram de fato? Quais foram as preocupações, qual foi a história? Por que caminhos percorreram? Porque uma coisa é certa : quando quer fazer faz. A diferença está nas atitudes, nos atos, nas ações. Não precisa muito pra fazer ao menos um pouco...e precisa pouco pra fazer muito e fazer bem. 
Não precisamos estar candidatos pra promessas mil , o que acho é que ser candidato e conseguir a vitória, é apenas consequência do que foi feito. Atitudes e atos levam  a isso.

Reformulações, lutas, conquistas , se faz em qualquer época. E a sequência é galgar degraus e então, a cada degrau, uma vitória.
Ouço pessoas dizendo que vão fazer isso, aquilo, uai e então porque já não fez? ou ao menos porque já não lutou? 
O que precisamos de fato, é pensarmos muito bem, refletirmos e avaliarmos. Não podemos fazer o que todos fazem. Ao contrário, precisamos no dia 07 de Outubro reciclarmos nossas ideias, nossas atitudes, o nosso voto.

Estou candidata e tenho uma história de vida e minha história vem com conquistas também. Agora, acredito estar preparada pra uma nova historia com maiores possibilidades e vou fazer, porque afinal, já venho fazendo.
Meu numero é 55010 e conto com o apoio nessa luta que vem sendo escrita sempre em conjunto com o povo. É no coletivo que se faz. E que se faz acontecer.
Um trabalho de formiguinha, com o olhar de águia.
Vamos que vamos. Sempre juntos. Avante!

30 julho 2012

Campanha nas Ruas e Mobilização Implantada......


A  Campanha Rosi Ribeiro vereadora de Osasco,já está nas ruas da cidade. Alguns bairros já receberam as placas e essa semana estaremos avançando...
estamos fazendo uma Mobilização "Eita que Agora Vai " pelo facebook e com a certeza de muitos serão os participantes e os apoiadores dessa ideia de que o gabinete está reservado pra nós mudarmos a história de Osasco. Eita que agora vai ter alguém que será a voz do Artesão, que vai lutar por Garantia de Direitos de fato ,Conquistando os  Espaços , que vai estar com o povo sempre...participando-os de tudo que estiver acontecendo ,que vai por iniciativa própria, Criar e Implantar  os Bolsões de Cultura e das letras para atendimento nos quatro cantos da cidade e Muitoooooooooooooo  mais.

Aderem  a Mobilização  Eita Que Agora Vai .Venham comigo...Avante Sempre!





25 julho 2012


No 1º Encontro de Mulheres Afro-latino-americanas e Afro-caribenhas, realizado em Santo Domingo (República Dominicana) em 25 de julho de 1992, definiu-se que este dia seria o marco internacional da luta e resistência da mulher negra.
Vários setores da sociedade têm atuado para dar visibilidade e consolidar esta data procurando combater a falta de oportunidades e de direitos, a depreciação e a diminuição da vida apresentadas pela ideologização do racismo, além da opressão de gênero vivenciada pelas mulheres negras latino-americanas e caribenhas.
O 25 de Julho tenta romper o mito da mulher universal e evidenciar as etnias, suas especificidades e desigualdades, sejam no âmbito da saúde, educação e mercado de trabalho, assim como em todos os aspectos da vida. Foi preciso destacar uma data para simbolizar quem somos e como vivemos enquanto mulher negra.
Dentre as questões que dizem respeito à população negra, tanto em relação à prédisposição genética quanto às condições sociais de exclusão impostas pelo capitalismo, temos agravos e problemas prioritários a considerar: 
Mortalidade materna; transtornos comuns na infância como subnutrição, diarréias, doenças respiratórias; mortalidade infantil aguda; desnutrição (criança, gestante, idoso);
Doenças crônico-degenerativas: hipertensão e diabetes mellitus; doenças cardiovasculares;
Câncer de mama, útero, próstata e de pulmão;
Anemia falciforme; mortalidade precoce dos doentes falciformes;
Depressão, alcoolismo, estresse, etc; infecções e cirrose hepática.

 
Fonte: Seminário Nacional de Saúde da População Negra/2004 (Ministério da Saúde e
Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial)

19 julho 2012

Estou candidata a vereadora nessa cidade de Osasco e venho com o meu jeito de viver que é de modo sustentável. Quando perdi minha editora e meu marido perdeu o emprego, fomos para a  catança , nas ruas dessa cidade. Percorri  cada pedaço desse chão e conheço bairro a bairro dessa cidade. de muitas pessoas eu conheço até o jeito, trejeito,manias e atitudes.Vi muito, Vivi muito, andei,caminhei,percorri cada centímetro, com sentimentos mil. Alguns sonhos, momentos mil, de maneiras mil. Juntei gente, juntei problemas, juntei alegrias, só não juntei dinheiro. Mas carrego ainda muitas lembranças boas de momentos incríveis, vivenciados nas ruas, nos abrigos, nos becos e botecos, nos cantos, nos bairros,madrugada afora,ajudando,participando,acolhendo, vivenciando.
Bagagem no lombo em tempos de outrora, bagagem agora, que de tanto sobra. Sobra  idéias de um tempo que me é escasso.  Lutei, briguei, chorei, corri, abracei, amei. Vi tanta coisa. Denunciei. Perdi/Ganhei.
Acredito estar pronta pra uma nova situação que ainda vem com muita luta, de conquistas e de direitos, porque a luta continua sempre.
devemos estar assim, prontos pro Avanço. Quero mais.Quero ousar.Quero a entrega total para uma luta constante, que será pra sempre juntos, amontoados com ideias verdes, com iniciativas e atitudes,porque se faz necessário, num trabalho sério e que sei que vai durar.Hoje a catança é diferente. Ela vem com mais garra , com olhar diferente.Hoje ela é com a alma e é pra se sonhar junto, porque sonho que se sonha só não tem graça alguma. 
Bora lá comigo?
55010









Tintas Orgânicas Vamos aprender como fazer tintas com o que temos em casa.  Excelente para deixar as crianças à vontade - no lamb...