03 abril 2012

Fim das Sacolas Plásticas
Gente, o que temos que fazer de fato, é adquirirmos o hábito de não  utilizarmos as sacolas mesmo que sejam essas biodegradáveis, pois até essas acumuladas nos aterros,duram mais de três meses.
O fato é que nos acostumamos utilizar as sacolas plásticas para colocarmos o nosso"lixo". Confesso que até eu me pego botando o que vou descartar, dentro das sacolinhas que cuidadosamente guardamos numa gaveta ou até em nichos que fazemos para esse fim.
Pegarmos as sacolas de lona, tecido ou um outro material qualquer e irmos ao mercado, feira , quitanda é um  gesto saudável e que nunca deveríamos ter perdido, deixado pra  trás.  Me lembro que na minha infância, meu avô materno sempre dispunha de uma sacola pra ir na "venda" que é como chamava na época, os pequenos mercados existentes no interior. E lá ia ele e na volta era uma festa  retirarmos tudo da sacola pra colocarmos nos armários.
Depois, perdeu-se esse hábito e tudo se modernizou. Imaginem! arros e feijão, era vendido por kilo, pegava-se nas máquinas de arroz ou até nas vendas mesmo e eram acondicionados em armários de madeira com visores de vidro. ( até tentei pesquisar fotos mas não achei) Tenho uma amiga que  tem em sua casa no interior. Quando for lá, vou fotografar.
E assim, devemos voltar ao que já aconteceu. Devemos alterar nossos costumes " modernos"  para o bem do nosso planeta.


Desde janeiro deste ano, estas embalagens deixaram de ser distribuídas gratuitamente nos caixas dos supermercados. A regra, por enquanto, vale para todos os estabelecimentos do estado de São Paulo, mas, ao que tudo indica, poderá ser adotada também no restante do país.

A medida contribui para a diminuição do volume de lixo em aterros sanitários, já que as sacolinhas são feitas de material não reciclável e demoram até 400 anos para se decompor. Para piorar a situação, quando descartadas incorretamente, elas entopem bueiros e agravam enchentes. Além disso, o plástico é fabricado a partir do petróleo, material cujo uso contribui para o aumento da emissão de gases responsáveis pelo efeito estufa, os quais aceleram o aquecimento global. Se você, assim como muitas outras pessoas, usava as sacolinhas descartáveis para transportar os produtos do supermercado ou para acondicionar o lixo doméstico, será necessário mudar seus hábitos e procurar alternativas que sejam menos agressivas ao meio ambiente.

 Na hora das compras, por exemplo, você pode substituir as sacolas plásticas pelas confeccionadas em algodão, lona ou PET reciclado. É possível também usar o carrinho de feira ou engradados para acomodar os produtos. Outra saída é comprar a embalagem biodegradável, vendida nos supermercados, ou recorrer às caixas de papelão, distribuídas gratuitamente nos estabelecimentos. “Deixe os engradados ou as sacolas reutilizáveis sempre dentro do carro. E se você utiliza transporte público, uma boa ideia é manter uma sacolinha dobrável dentro da bolsa ou da mochila. Assim você estará sempre prevenido quando for ao mercado”, ensina Estanislau Maria, consultor especializado em sustentabilidade e coordenador de conteúdo do Instituto Akatu.

Quem utilizava os saquinhos de plástico para juntar o lixo doméstico pode forrar os diversos cestinhos, seja da cozinha ou do banheiro, com dobradura de jornal. “Assim você mantém um único cesto grande de lixo, com o tradicional saco preto – de preferência feito de plástico reciclado – e deposita dentro dele todo o lixo orgânico, embalado nos saquinhos de jornal”, orienta o consultor. Para aprender a fazer um origami de jornal que substitui o saco de lixo, acesse:http://www.portalvital.com/sua-casa/ecologia/video-ensina-a-fazer-origami-de-jornal-que-substitui-o-saco-de-lixo

Já para aqueles que utilizavam a embalagem para apanhar as fezes dos animais, a alternativa é usar uma pá de plástico duro e depois despejar a sujeira dentro do saco preto de lixo orgânico. “Ou então você pode recolher os dejetos em sacos de papel”, explica Estanislau. Outra saída é usar luvinhas descartáveis, feitas com plástico reciclável: basta pegar o cocô, virar a luva do avesso e já reutilizá-la como um saquinho para embalar a sujeira.

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